quinta-feira, 16 de outubro de 2025
Ideologias
quinta-feira, 25 de setembro de 2025
Diálogos
quarta-feira, 24 de setembro de 2025
A "Preservação" que Custa Caro: Meu Desabafo sobre a Taxa de Campos do Jordão
quarta-feira, 13 de agosto de 2025
A Crônica da Mantiqueira e a Marca do Destino
terça-feira, 8 de abril de 2025
Campos do Jordão, 151 anos.
Fundada em 29 de abril de 1874, Campos do Jordão completa 151 anos, em 2025, uma jovem cidade que já conquistou seu destaque nacional há muito tempo.
Em um país de dimensões
continentais e com milhares de maravilhas naturais espalhadas por todo o seu
território, Campos do Jordão, figura entre as 50 cidades com maior número de
reservas, segundo o site especializado Panrotas.
Hoje, a cidade conta com um dos
maiores parques hoteleiros do país, com hotéis e pousadas, de todos os gostos e
orçamentos.
Além desta vasta rede hoteleira,
a cidade já conta com uma gastronomia que não deixa nada a desejar para nenhuma
cidade do Brasil e do mundo.
Mas, não são somente os hotéis e
restaurantes que a cidade oferece, em Campos do Jordão, você encontra os
melhores parques para a diversão de toda a família e as melhores cervejarias
artesanais do estado.
Campos do Jordão é como diz em
seu hino, uma joia do alto da serra e uma obra suprema do divino Mestre.
A felicidade de ser jordanense, e
de poder desfrutar de todas estas belezas naturais e do crescimento de seu
turismo, graças a força e a garra dos trabalhadores jordanenses; que levam
diariamente o nome da cidade para todos os lugares do país, é o maior presente
que posso ganhar nesta data.
Mas gostaria de pedir que nossos
governantes tenham a mesmo orgulho e a mesma força do jordanense comum para
manter e dentro do possível melhorar as condições deste povo trabalhador que
tanto oferece sem nunca pedir nada em troca.
Parabéns, Campos do Jordão!
Parabéns, povo jordanense.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2025
Um prefeito influenciador.
É obvio que ainda é muito cedo para
fazer uma avaliação sobre a nova gestão que tomou o controle do gabinete da
prefeitura de Campos do Jordão no dia primeiro de janeiro.
Por um entendimento subentendido da
imprensa nacional, esta avaliação dever ser feita somente depois dos 100
primeiros dias da posse, porém, alguns fatos merecem uma avaliação já nos
primeiros dias da nova gestão.
Destaco nesta primeira avaliação a
importância que as redes sociais têm hoje na relação povo/estado.
Comunicativo e sempre simpático o
novo prefeito tem se destacado por usar esta ferramenta não somente como meio
de propaganda, mas de comunicação direta com a população; O que para alguns
aparenta ser um exibicionismo desnecessário, para muitos é uma forma simples e
eficaz de manter a população a par dos acontecimentos e do trabalho diário do
prefeito.
E é exatamente por meio destas
postagens em redes sociais que podemos avaliar que apesar de ter passado
somente 30 dias de sua posse, muitas de suas promessas de campanha já estão em
andamento.
Além disso, está interação digital
proporciona ao cidadão comum uma inédita relação com o poder público local,
onde ele pode emitir instantaneamente a sua opinião sobre os temas abordados
pelo prefeito sem filtros e principalmente sem intermediários.
As redes sociais hoje são parte
integrante da vida cotidiana das pessoas e a sua regulação, monitoração ou proibição,
seja em qualquer nível, significa uma interferência direta no direito de
liberdade individual do cidadão.
Ver as redes sociais como inimiga
da democracia não é somente andar na contramão da história, é negar a
realidade.
Caso o prefeito mantenha esta
interação digital, proporcionando uma inédita cooperação direta com a população
por todo o seu mandato, a probabilidade do sucesso de sua gestão se torna algo
realmente factível.
Sobre a eleição do presidente da
Câmara, apesar do escolhido ser um dos fundadores da Republica dos Menudos,
juntamente com o ainda Ilustre Desconhecido, a verdade é que a sua capacidade
de articulação política e de comando da mesa da Câmara de Vereadores é
inquestionável.
Se ele for leal ao atual prefeito,
como foi com o Querubim de Ribeirão Preto, algo realmente diferente pode
acontecer na administração da cidade nos próximos quatro anos.
terça-feira, 8 de outubro de 2024
Nada como uma eleição atrás da outra com um punhado de eleitores infiltrados no meio.
Uma das coisas que mais me atraem na política é que, assim como a vida, ela é uma eterna caixinha de surpresas, por isso, cabe fazer uma pequena reflexão a respeito dos números das urnas neste pleito.
Vamos juntos ler as entrelinhas
para compreender e diagnosticar o que aconteceu durante a montagem dos quatro
times que participaram desta corrida, para tentar entender o que realmente
aconteceu para que uma eleição que tinha tudo para ser a mais disputada das
últimas décadas virar uma goleada histórica.
Antes, porém, é bom deixar claro
que esta análise não se trata de um juízo de valor das pessoas dos candidatos,
mas apenas uma análise a respeito dos acontecimentos que levaram a campanha
deste ano aos surpreendentes números finais registrados nas urnas.
Começaremos pelo último colocado,
Jhonny Salvino, que apesar da votação simplória, 1.855 votos, menos que sua
segunda votação para vereador em 2020, temos de admitir que cumpriu claramente
com o combinado com a sua base.
Mesmo sabendo que as suas chances
de ser eleito, desde o início, eram completamente nulas, renunciou à sua
garantida reeleição como vereador e manteve a sua palavra, levando a sua
candidatura até o final.
Para mim, o ponto de inflexão de
sua campanha foi o seu inconsciente aceno à campanha do Querubim de Ribeirão
Preto.
Talvez nem mesmo ele ainda tenha se
dado conta deste aceno, mas com certeza vai se dar quando perceber que seu
rompante vai lhe render mais dores de cabeça do que alegrias no decorrer dos
próximos anos.
A próxima da lista é a eterna
candidata Maria Joaquina, que obteve 4.267 votos, ainda não foi desta vez, mas
quem sempre tenta, um dia chega lá.
Mesmo com todo o apoio partidário
que teve, com todos os pesos-pesados nacionais do seu novo partido estando
pessoalmente empenhados em sua eleição, ela obteve menos da metade dos votos de
2020.
O problema é que claramente ela não
se sente confortável sob a bandeira e os ideais de seu novo partido, isso pode
ser confirmado pelo racha que sua filiação ao PL causou em sua base de
sustentação.
Esta escolha fez com que grande
parte de seus apoiadores históricos preferisse, por conta da polarização
política, declarar publicamente apoio ao tucano envergonhado do que se manter
fiel à sua candidatura.
Um gesto aparentemente coerente,
mas que, na prática, nada mais é do que uma demonstração de imaturidade
política e ego hiper inflado, uma característica natural de seus antigos
aliados.
Estes seres iluminados preferiram
perder os dedos, se associando ao que há de pior na política local, do que
entregar os anéis, apoiando sua antiga aliada, abrindo momentaneamente mão de
suas aspirações pessoais para alcançarem juntos seus objetivos e, aí, sim, com
o poder nas mãos, implementarem as suas políticas.
Como já tinha dito em minha última análise, o problema das campanhas da Joaquina continuam sendo os mesmos. Apesar de ser uma incontestável liderança política, ela ainda não conseguiu montar uma equipe coesa e fiel ao seu redor. A cada eleição, seu núcleo duro varia e muda conforme as conveniências.
Se ela não consegue persuadir nem
mesmo seus “amigos” imagina os desconhecidos.
Frederico Guidone, 4.774 votos,
este conseguiu uma façanha inacreditável, de idealizador e fundador da
vitoriosa e próspera Republica dos Menudos, que tinha tudo para comandar os
destinos políticos da cidade por pelo menos 30 anos acabou se transformando na
cunha que rachou e afundou a sua própria criação.
O ex-tucano e, agora, Kassabista,
começou a perder a eleição quando da escolha do atual prefeito para a sua
sucessão.
O que deveria ser uma pacífica
passagem de bastão no grupo se transformou em uma imposição, que conseguiu
desagradar a todos, até mesmo o próprio escolhido.
Não é segredo para ninguém que a
escolha de outro nome que não fosse o do atual prefeito diminuiria
significativamente a influência do ex-prefeito na política doméstica jordanense
e para preservar a sua esfera de poder, resolveu impor a sua vontade.
Desgostosos com esta atitude, o
inevitável racha aconteceu na parte mais sensível de seu grupo, na base de
apoio de seus principais aliados.
A força motriz da República dos
Menudos foi comprometida no momento em que os colaboradores de seus aliados
resolveram manter o acordo original e passar o bastão para seu vice à revelia
da vontade do Big Boss.
Foi aí que o ciclo de poder e
principalmente da liderança da República dos Menudos foi atingida de morte.
E assim como chegou, o Ilustre
Desconhecido partiu, sem deixar rastro, muito menos saudades.
Enfim, chegamos aos avassaladores
15.653 votos do candidato eleito.
O que tinha tudo para ser uma
sofrida campanha de recuperação de seu prestígio perante o eleitorado acabou se
transformando em um avassalador apoio popular.
Demostrando grande habilidade na
escolha de seus aliados, conseguiu reverter um quadro de desconfiança depois de
suas últimas desistências em um unânime apoio não somente da população, mas de
praticamente todas as principais lideranças políticas da cidade.
Maduramente, soube manter a sua
campanha e principalmente seus apoiadores nos trilhos, não se
deixando levar pelas provocações e mantendo o foco somente em suas
propostas.
Acumulando mais votos que todos os
seus adversários juntos, incluindo os votos em branco e nulos, obteve uma
incontestável e histórica vitória.
Se hoje ele tem a satisfação de ter
um apoio nunca dado a outro, a partir do dia 1º de janeiro também terá a
responsabilidade de devolver à população pelo menos uma parte do respeito nele
depositado.
Sobre a nova composição da Câmara
de Vereadores, eu não iria escrever uma linha sequer, tendo em vista que a
minha opinião sobre ela continua a mesma: de onde menos se espera, daí é que
não sai nada mesmo.
Para mim, a casa que deveria ser do
povo não passa de uma mera carimbadora das vontades do gabinete do prefeito,
não tem força e relevância para absolutamente nada.
Mas, dois acontecimentos acabaram
por chamar a minha atenção e merecem um registro.
O primeiro é a composição
matemática que o destino preparou para as próximas sessões, esta divisão com
toda certeza será uma atração à parte.
As 13 cadeiras disponíveis no
plenário assim acabaram se dividindo: 7 cadeiras, ou a maioria simples, esta
nas mãos da coligação do prefeito eleito, 5 estão sob domínio da coligação
adversária e a última eu classificaria como independente, e em determinadas
votações poder se tornar o voto de minerva.
O segundo destaque foi a eleição da
Dra Izabel. Se ela conseguirá fazer a diferença, não se sabe, mas com certeza
somente a sua presença no plenário já será o suficiente para diminuir
significativamente a arrogância de seus pares.
Apesar da expectativa de grandes
mudanças a partir de 1º de janeiro de 2025, a única certeza que tenho hoje é
que, pelo menos, as manchetes e os miolos dos jornais locais serão durante
alguns meses mais criativos e divertidos.
Por fim, queria deixar registrado a
minha sincera admiração por um dos maiores estrategistas políticos de Campos do
Jordão, Sebastião Aparecido Cesar.
Gostem dele ou não, a verdade é que
ele sempre está um passo à frente de seus aliados e vários de seus
adversários.
E por mais uma eleição, o conhecido
Tião Cesar consegue um assento privilegiado na primeira fila da cerimônia de
posse do dia primeiro de janeiro.
quinta-feira, 14 de setembro de 2023
A tempestade perfeita.
Enquanto
os políticos locais começam a colocar a cabeça para fora da carapaça, de olho
grande no maior bem do cidadão jordanense, que é o seu voto, o resto do país
aprofunda a sua fúria separatista com uma virulenta perseguição a todos que
ousam pensar diferente.
Paralelo
a este comportamento de avestruz dos brasileiros/jordanenses, o mundo caminha,
a passos largos, para um conflito armado generalizado na Europa.
Engatado
a uma crise de saúde e principalmente comportamental, sem precedentes, que
assolou o planeta, o conflito na Ucrânia veio para arrastar de vez a Europa e a
reboque a América para um buraco negro econômico que pode levar o ocidente em
apenas algumas décadas de volta ao século XIX.
A conta
da pandemia e das sanções desastrosas impostas pela UE e pelos EUA a Rússia,
encarecendo a matriz enérgica europeia, literalmente saiu pela culatra, e a
conta já está chegando ao bolso dos europeus e em alguns meses baterá as portas
da América e por consequência do terceiro mundo.
A
desaceleração da economia na cidade, nestes últimos meses, é reflexo desta
guerra econômica que está sendo travada entre o ocidente e o resto do mundo.
O
problema todo está concentrado exatamente no encarecimento das matrizes
energéticas (gás natural e petróleo) e nos insumos agrícolas (fertilizantes)
que estão em sua grande maioria concentrados exatamente nos territórios
orientais.
O gás
natural e petróleo influenciam diretamente na produção industrial e nos
transportes e os insumos na alimentação, os três pilares econômicos do mundo
moderno.
Se estas
pendengas entre a OTAN e Rússia e entre os Estados Unidos e a China persistirem
e se somarem as mazelas do fique em casa que a economia a gente vê depois não
haverá construção civil ou turismo que salve os empregos jordanenses.
Em um
mundo completamente globalizado, um espiro do Putin em Moscou coloca o Lula na
UTI em Brasília.
O passaralho da dignidade.
Não
é segredo para ninguém que o jornalismo é uma das profissões mais traiçoeiras e
desunidas do mundo, o que poucos sabem é que no meio sempre rolou uma espécie
de acordo de cavalheiros negando esta realidade. Os desafetos minimizavam seus
desentendimentos em público e as tretas sempre ficavam restritas as
redações.
Nos
dias de hoje, onde o caráter do profissional é o que menos importa, desde que
ele esteja alinhado a patota progressista, até mesmo este acordo está sendo
deixado de lado.
Profissionais
de conduta duvidosa e principalmente grandes medalhões do jornalismo estão
festejando publicamente a dispensa de colegas da Jovem Pan, emissora que vem
passando por graves problemas financeiros advindos da perseguição que vem
sofrendo por sua posição política.
A
falta de profissionalismo misturada com ranço político e muito bem temperada
com a mediocridade intelectual destas figurinhas é tão grande que
eles se esqueceram que o passaralho de profissionais do jornalismo
não é exclusividade da JP, mas de todas as tvs abertas do país.
Record,
Bandeirantes e até mesmo a toda poderosa Rede Globo, estão promovendo
demissões em massa, reduzindo grandes salários e dispensando profissionais dos
bastidores e, para quem não sabe, neste ano em
especial, o passaralho no jornalismo nestas emissoras foi o
maior da história.
O mais
engraçado é que os profissionais que enchem a boca para falar em defesa da
democracia são exatamente os primeiros a pedirem a cabeça e festejarem,
sem vergonha nenhuma, a demissão de colegas por ousarem pensar diferente. M
Muitos
chamam este comportamento asqueroso de hipocrisia, eu chamo pelo nome. Canalhice!
quinta-feira, 25 de maio de 2023
Trono de Ferro
A dança
das cadeiras, no secretariado municipal, já nos mostra com bastante clareza,
como vão se recompondo o velho bloco político, que domina a cidade há quase 12
anos, e a tentativa de compor um novo para “quebrar” a hegemonia dos
quatrocentões jordanenses.
Hoje eu
vou compartilhar com vocês o que penso a respeito da penúltima capa do jornal A
Tribuna (edição nº 579), que traz um apanhado geral dos supostos pré-candidatos
as próximas eleições majoritárias municipais no momento. Já adianto que esta
capa não está nem perto das figuras que realmente veremos estampadas na urna
eletrônica no dia da eleição, mas é o que temos para hoje, então, vamos lá!
Das 9
personalidades em destaque, 7 são do mesmo grupo político e, os dois restantes,
como bons políticos, sempre estarão abertos ao diálogo.
No que se
refere ao grupo mais robusto estampado na capa, dois já são carta fora do
baralho, por motivos mais do que óbvios, estão na capa apenas para preencher o espaço
vazio, a batalha pelo Trono de Ferro, instalado no antigo dispensário, vai ser
boa e deve ficar entre os sete restantes, a saber...
Apesar de
estar se dando muito bem, onde está hoje, o ilustre desconhecido sabe que nunca
terá proeminência política fora da prefeitura jordanense. Político experiente
sabe que o grande problema em regressar para a política caseira é que não pode
mais aceitar outro cargo a não ser o de prefeito.
Por outro
lado, se resolver bater o pé e se candidatar, duvido que alguém de seu grupo
terá coragem suficiente de peitar a sua decisão. Neste caso, a vaga do grupo
mais poderoso vai depender somente da vontade do querubim de Ribeirão Preto.
O
quatrocentão, que já pilota a cidade, se quiser continuar no cargo, vai ter de
driblar a vontade política do dono do paranauê todo e sufocar o ímpeto dos
componentes da república dos menudos, já fartos de servirem de escada para os
objetivos políticos de outros. O mais complicado, neste processo, vai ser
aplacar a ira dos jordanenses que estão mais abandonados do que nunca nestes
últimos 3 anos.
Sinceramente,
não vejo vontade, força política e muito menos carisma para tanto, sua possível
candidatura, se vingar, vai servir somente de bucha de canhão.
Já o
fisioterapeuta, mais querido da cidade, apesar da vontade e, de seu suposto
destaque no grupo, afinou tanto na última disputa que perdeu seu principal
ativo político, a admiração do eleitor.
Porém, o
menino não tem muitas opções, ou vai para as cabeças, ou se resigna com uma
cadeira na Câmara (se conseguir) ou, com uma secretaria, o que sepultaria para
sempre as suas pretensões de um dia se apoderar do Trono de Ferro, não pela
relevância ou, irrelevância de seus cargos, mas, principalmente, por sua apatia
nas retas finais nas disputas de bastidores.
Outro do
grupo, na capa do jornal, que pode ter um lugar na urna, é um empresário que
deve estar mais acomodado do que nunca no seu recém-reformado hotel e no
aconchego de seu lar, além da paz que vive em seu atual cargo.
Pode ser
candidato somente em duas hipóteses: se tudo der errado para os outros, ou se a
família botar fé!
O único
real problema para o retorno triunfante do ilustre desconhecido é a pretensão
política do menino que levou a Câmara nas costas, por oito longos anos, dando
todo o suporte para o prefeito da época voar sem absolutamente nenhuma
turbulência em um lindo céu de brigadeiro.
Este sim!
Tem nome, força política, grupo, argumento, carisma e, principalmente, bala na
agulha para estampar a sua carinha na urna nas próximas eleições. Cabe somente
saber até onde vai a sua “vontade” em lutar por isso.
Pode
haver algum racha neste grupo? Sim, claro! Mas nada que abale a existência de
seu ecossistema afinal, político bom é aquele que sabe que pode até perder uma
eleição, mas nunca o poder.
Das duas
carinhas restantes, uma não acho impossível, mas muito complicado, o que sobra
de ambição em furar a fila do Trono de Ferro, no resto falta de tudo um pouco:
nome, grupo, força política e especialmente carisma.
Já a
querida e eterna interprete de Libras precisa, antes de mais nada, se afastar de
sua imagem progressista, comprovadamente o jordanense não simpatiza com este
perfil, no resto, precisa ser a protagonista e não a coadjuvante de roteiro
alheio, o que elimina praticamente 100% de seus atuais aliados.
Antes de
pleitear o Trono de Ferro, a menina tem que formar seu próprio exército, que
além de coeso na tomada do poder, tem de ser fiel o suficiente para mantê-lo.
Um
exército pronto para lutar até o último guerreiro por sua Rainha.
Quanto a
nova composição do secretariado, nada a analisar, é o que chamamos de
secretariado da xepa, não muda nada e serve somente para ampliar as
possibilidades futuras.
Falando
sobre o futuro, não vou desperdiçar as minhas habilidades adivinhando se alguém
desta capa, ou se nenhum deles, será o novo dono da Joia do Alto Serra que vai continuar
a ditar a velha regra que jordanense não precisa de educação, saúde, emprego ou
de transporte público, precisa apenas de turista.








