Frase do dia

“Não sou contra o governo com o intuito de me tornar governo. Sou contra o governo porque ele é contra o povo”

Reginaldo Marques

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Esquerda esquizofrênica. - A Tribuna

(Negociata é um bom negócio para o qual não fomos convidados)
Barão de Itararé

O Brasil é um país inacreditável. Somente aqui, nesta terra onde o fundo do poço tem alçapão que os oprimidos conseguem oprimir seus opressores.

A ocupação ao estilo “Black bloc” da Mesa da Presidência do Senado pela tropa mambembe da “bancada da chupeta” espelha esta bizarrice que alguns gostam de chamar de “empoderamento feminino” – mais uma das teorias da jabuticaba defendida pelas feminazis tupiniquins que diz que para se tronar igual ao homem a mulher tem de ser tão ou mais tosca que ele.

Da direita não se espera nada, aliás, ela nunca foi grande coisa, não é hoje e nunca será amanhã! Sempre foi formada em sua esmagadora maioria por pessoas obtusas, grosseiras e arrogantes que eternamente vão correr atrás do próprio rabo.

Mas a esquerda... Ah, à esquerda! Esta tem de ser estudada pela NASA. Tomada de assalto pelos ricos encabulados e pelos artistas/ativistas, aqueles que em tese deveriam ser os pensadores e intelectuais do país, mas que resolveram contrariar a opinião pública rotulando a população brasileira de “golpista”, figurinhas apoiadoras de uma esquerda ridícula que recorreu a ONU e que foi até para o Festival de Cannes denunciar o “golpe” contra sua “presidenta inocenta”.

A mesma esquerda que agora, pouco mais de um ano depois dos toscos protestos mundo afora, pensou seriamente em recorrer ao Supremo Tribunal Federal para anular a decisão do Tribunal Eleitoral que confirmou a inocência de sua presidenta.

Isso mesmo! Os socialistas prafrentex brasileiros, a cabeças mais brilhantes de nosso país, aquelas pessoas privilegiadas que têm o poder de ver o mundo fora da caixinha queriam que o TSE derrubasse a sua “presidenta inocenta” por crime de estelionato eleitoral, abuso de poder político e econômico e por uso de dinheiro oriundo de corrupção em sua campanha.

Como esta estratégia bisonha para colocar Temer para fora do Palácio do Jaburu não deu certo, agora querem derrubar o presidente o acusando de pertencer a um esquema de corrupção que segundo eles mesmos nunca existiu.

Como podemos observar, a bipolaridade nas fileiras da esquerda é coisa velada muito a sério. Segundo muitos que se declaram ativistas de esquerda, a esquerda política do país não os representa, mas mesmo assim apoiam cegamente qualquer tipo de baderna encabeçada pela esquerda caviar.

Sem eira nem beira se aglomeram e se dispersam do nada e dizem sem enrubescer que não têm compromisso com nada nem com ninguém. Uma espécie de francos atiradores ideológicos.

Mas para desespero geral e irrestrito, Dilma, Temer e Lula são irmãos siameses, filhos de uma mesma ideologia imoral, condenados a morrerem grudados em um abraço de afogados.

Fico pensando como essa gente “chique” vai explicar esta bizarrice toda para seus amigos europeus no próximo champanhe no tapete vermelho.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Habemus Prefeito.

Contrariando a realidade do país que contínua em vertiginosa  queda livre dentro da maior crise política, moral, ética e principalmente econômica de todos os tempos, à temporada de inverno em Campos do Jordão promete ser uma das melhores dos últimos anos. Até mesmo o frio que há muito tempo andava sumido do mês de julho resolveu dar as caras com todas às forças novamente.

O maior reforço da temporada, porém, não foi o frio ou a falta de poder aquisitivo da classe média para empreender viagens mais dispendiosas, obrigando os viajantes a escolherem destinos mais próximos e baratos, mas sim a presença de um novo prefeito pelos próximos trinta dias.

Para quem não sabe o menino de ouro do PSDB esta licenciado, nos presenteando com a sua ausência por um mês inteiro - em seu lugar, tomou posse desde o dia primeiro o vice-prefeito, Carlos Eduardo Pereira da Silva, o Cae.

Jordanense de 34 anos, Cae se revelou uma grata surpresa neste oceano de decepção em que se tornou a política nacional.

Diferente do titular da pasta, que tem como marca registrada a pirotecnia midiática e dialética, seu vice fez o básico nestes primeiros meses,  trocando o conforto do gabinete de Abernéssia pela realidade das ruas da cidade.

Presente e atuante dentro da cidade, mesmo depois de sua eleição, o vice-prefeito não se deslumbrou com sua rápida ascensão política e tem-se demonstrado bastante preocupado com a realidade da cidade.

Particularmente, não vejo absolutamente nenhum problema quanto ao pedido de licença do alcaide, mesmo que tenha “escolhido” o mês de maior agitação na cidade.

O inusitado nesta história toda não foi o pedido de licença ou o mês escolhido, mas sim as explicações/justificativas usadas quando da votação do requerimento da licença no plenário da câmara.

Segundo o entendimento de um vereador, entendimento este que foi seguido por todos seus pares, a presença do prefeito na cidade em plena temporada de inverno não é necessária, considerando-se que os principais pontos turísticos e demais atrativos da cidade não são de sua responsabilidade, mas sim de autarquias estaduais, de outros prefeitos ou da iniciativa privada.

Sobre a parcela de responsabilidade que cabe ao executivo local para a organização da temporada, a câmara também entendeu que o que tinha de ser feito na cidade, já foi feito, então... Seja o que Deus quiser! Simples assim.

Seguindo este raciocínio, creio que a licença do atual prefeito poderia muito bem ser estendida pela câmara até dezembro de 2020 que não acarretaria maiores transtornos a população.

Mas não nos deixemos levar pelo “mimimi” de sempre não é mesmo!

Sejamos gratos por podermos dizer que Campos do Jordão tem um prefeito, nem que seja por apenas trinta dias.

Ave, Cae!

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Campos do Jordão: linda e resiliente. - Jornal Regional


Apesar de tudo e principalmente de todos, Campos do Jordão, resiste, persiste, acredita e renasce. Como uma flamejante Fênix, a cidade esta mais bela e preparada do que nunca para receber seus visitantes e acolher seus filhos nestes tempos tão dificultosos que os políticos e suas políticas nos infligem.

A gastronomia, o comércio, a hospitalidade dos nativos, o trade turístico e principalmente a natureza estão de braços abertos e pronta para oferecer tudo que os turistas procuram na mais charmosa cidade brasileira.

Superando o despreparado e até mesmo a indiferença dos poderes públicos, que deveriam estar atentos e presentes neste que é o mês de redenção de todos os seguimentos econômicos e sociais da cidade, os comerciantes e a população em uma silenciosa e nunca vista união estão dando conta do recado, provando que Campos do Jordão se vende sozinha, que não precisa do marketing equivocado e de gosto completamente duvidoso que insiste em vender a cidade somente como um destino fútil e puramente consumista.

Campos do Jordão é inspiradora, romântica, bucólica, serena e perfeita para se viver belas e inesquecíveis histórias. Ou simplesmente para recarregar as baterias desgastadas na loucura do dia-a-dia das grandes cidades.

As longas conversas ao pé das lareiras dos hotéis, das pousadas ou dos restaurantes, assim como um simples passeio pelo gélido amanhecer da cidade é um momento inesquecível que merecer ser vivido por todos.

Campos do Jordão não é uma cidade para ser apreciada somente nos agitos das boates ou nos eventos barulhentos, ela foi feita para ser apreciada aos poucos... “Despacito”.

Campos deve ser lembrada por seus visitantes pelo que ela é, e não pelo que alguns querem que ela seja.

Campos do Jordão é fria, é quente, é saudável, é sossegada, é pacífica, é segura, tem ar puro, tem boa gastronomia, é hospitaleira, é dona de belas paisagens e seu povo é simples, mas principalmente, Campos do Jordão é vida! Vida que pode ser vivida por todos.

Sejam todos bem-vindos a minha linda cidade, sejam bem-vindos aos Campos do Jordão!